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29 de agosto de 2010

COM UM PÔR DO SOL NO OLHAR


Há sempre um Pôr de Sol no olhar

Cada Pôr de Sol ao partir
ilumina outros mares,
outros montes, outras fontes,
levando consigo as desilusões,
e um novo dia renasce
de amor e de esperança num 
doce e terno coração.  
  Que cada amanhecer seja
uma nova oportunidade
de recomeçar!

(autor desconhecido)
Elly



22 de agosto de 2010

NA ÓPTICA DESTE OLHAR




Soneto

Na óptica deste olhar


Tenho um amigo de sensibilidade poética
que aos olhos do coração fotografa o olhar
seus sentidos ocultos escondem a luz do luar
onde em frases correntes há uma audácia profética...


Querer na sensibilidade, é um saber profundo
porque na razão desse mistério já se palpita
a inconstância e o fulgor na natureza do mundo
que só na alma heróica cabe uma beleza bendita....


Do pôr do sol, a todas as flores que sonhou
os seus olhos têm fragrâncias de brisa de mar,
são românticos, e eu nem de perto poeta sou!...


Mesmo que ele tivesse toda a luz do mundo
daria certamente metade dela ao azul do mar
porque o seu coração não vive fechado nem mudo...

(Elly)














19 de agosto de 2010

A SINFONIA DO AMOR



A Sinfonia do ....


Existe um verso solto neste rio ao passar
que me prende e suspende docemente
é um astro feito de perfume eternamente
que me faz rir e tantas vezes chorar!

Oh triste rio! que olhar tão plangente
venho aqui cantar-te loucas vaidades
das noites floridas como sol ardente
de aragens de sonho em sombras verdes....

Que importa ao mundo a singela dor d'alma
se nos campos na noite um corpo bradar
por um gemido do rio que procura a calma..

São pétalas de vida cantadas em leito fino
onde o coração de Vénus é feito de Marte
porque tu és toda a minha sinfonia e hino!


(autor desconhecido)
(Elly)

Para: (A./M.)

18 de agosto de 2010

"CARTA A MENECEU"



Este texto, surgiu após uma leitura pelos manuais de filosofia, em que tentava compreender algumas das minhas atitudes, isto é porque procuro eu os livros de filosofia? que interesse me prende à filosofia ? Porque o faço? ou será que não o devia fazer? Mas após esta leitura concluo que não o posso evitar as minhas leituras, porque fazem parte de mim, e mesmo antes de mim outros tantos o fizeram.
Na Carta a Meneceu, Epicuro (c.341-270 a.c) explica porque é que todos sem excepção necessitam de filosofar:
"Carta a Meceneu"
Mesmo que jovens, não devemos hesitar em filosofar.
E nem mesmo sequer na velhice devemos cansar-nos do exercicío filosófico .
Pois para ninguém é demasiado cedo nem demasiado tarde para a purificação da alma. Aquele que diz que a hora da filosofia não chegou ou já passou, assemelha-se ao que afirma que a hora não chegou, ou já passou, para a felicidade. São por isso, chamados a filosofar, o jovem como o velho. O segundo para que, envelhecendo, permaneça jovem em bens por gratidão para com o passado. e o primeiro para que, jovem, seja também um antigo pela ausência de receio em relação ao futuro. Devemo-nos, pois preocupar com aquilo que cria a felicidade, já que com ela possuimos tudo e sem ela tudo fazemos para a obter.


(Elly)

17 de agosto de 2010

MAR


MAR



De todos os cantos do mundo
Amo com um amor mais forte e mais profundo
Aquela praia extasiada e nua,
Onde me uni ao mar, ao vento e à lua.
(...)


Sophia de Mello Breyner Andresen

(Elly)

ROSTO INVISÍVEL




ROSTO INVISÍVEL


Sempre que me verifico
Não tenho tempo nem espaço
pois passando no que fico
Vou ficando no que passo.
Inúteis os meus anéis
Já os troquei por poemas,
Se não hão-de perder-se os papéis
Voam com as minhas penas.
Nesta arte de vulções
Acende com mãos tranquilas,
Vou aprendendo as lições
que me ensinam as Sibilas.
A minha reputação?
Nesse nicho não me apertem.
As minhas penas não dão
Cera que as Parcas derretem.
Natália Correia
(Elly)

10 de agosto de 2010

9 de agosto de 2010

O NOME








Significado do nome Elisabete/Elizabete


(Por uma simples questão de curiosidade e sem qualquer sentimento de preeminência, ou de qualquer outra prestância, tomo a liberdade de publicar uma pequena análise sobre o referido nome que por razões obvias me interessou)



Elisabete tem 9 carácteres.
Origem do nome Elisabete = Hebraico.
Significado Elisabete : consagrada a Deus.

Perfil das pessoas com a primeira letra do nome = E

Muita inteligência e poder de comunicação apontam para sua necessidade de falar, embora nem sempre digam tudo o que lhes vem à cabeça.
Seguem, e orientam-se muitas vezes mais pela razão, do que pela emoção, no entanto procuram sempre um meio termo (equilíbrio) quando é desmentida ou contrariada torna-se capaz de mover montanhas para provar a sua razão.
É de natureza pensante,(pensa demais em tudo) e isso interfere na sua concentração,mas na maior parte das vezes consegue fazer a separação das duas situações.
Pode vir a ser um excelente escritor, advogado ou professor.
Numerologia – primeiro nome = Elisabete – 6
A vibração do número 6
Indica a seguinte personalidade:
CONSCIENTE, o 6 deseja difundir a harmonia, a verdade, a justiça e o sentido do equilíbrio no seu meio ambiente.
Na sua mente predomina o amor e a compaixão.
Por conseguinte, pode ser um excelente maestro, conselheiro ou senador.
Os demais sentem-se atraídos pelo entendimento que emana.
O 6 é uma vibração doméstica e artística e, sob este número, os íons (átomos) têm de ajustar-se às necessidades dos demais.
O 6 deseja um colega íntimo, o casal e o lar perfeito, uma família na qual reine a beleza e a harmonia.
Disto se segue logicamente uma necessidade de harmonia no grupo e de serviço à comunidade.
O 6 assenta com o elemento conservador da comunidade, no que pode criar melhores níveis de vida.
Dotado para as artes, expressa também às vezes seu potencial criativo através de seu desenvolvido sentido de equilíbrio e muitas vezes converte-se num excelente artista no seu campo particular.
Palavras chave:
Responsabilidade familiar e social, serviço, amor, compaixão, conselho, poderes curativos, criatividade.

NOTA IMPORTANTE:
(O estudo de personalidade que aqui te mostramos, é um extracto muito resumido e generalizado das tendências gerais do carácter e personalidade de cada nome.
Para a numerologia o nome correcto pode influenciar diretamente o destino, as aptidões profissionais, o relacionamento com amigos, a vida financeira e são determinantes nos traços da personalidade de cada um de nós.
O primeiro nome, não é determinante do perfil de cada um.
Obviamente esta análise não tem a pretensão de substituir nenhum estudo personalizado sobre o assunto).
(retirado de um site da net)
(Ely)

PRUDÊNCIA



Prudência em Aristóteles e a questão da sustentabilidade





"a prudência é de longe a primeira condição de felicidade. Nunca se deve cometer impiedade contra os deuses. Os orgulhosos vêem suas grandes palavras pagas pelos grandes golpes da sorte, e é apenas com os anos que aprendem a prudência". Antígona, Sófocles

Diz um provérbio erudito, que a sabedoria “reina”, mas “não governa”. Quem governa é a acção, a phronêsis platônica; a Prudência aristotélica, o agir deliberado, refletido.

Prudência é a acção ponderada, discutida, examinada, enfim, deliberada. Sim, o Estagirita (Aristóteles é da cidade de Estagira) desenvolveu o conceito de phronêsis legado por Platão e concebeu uma importantíssima teoria geral da acção, uma hermenêutica da existência humana enquanto agente no mundo e sobre o mundo. A phronêsis/Prudência – recta ratio agibilium – é virtude opinativa da alma: “daí que a Prudentia seja considerada a mãe (genitrix virtutum) e a guia (auriga virtutum) das virtudes”, diz Jean Lauand (FE-USP): “a virtude que realiza as demais”.

A acção prudente é cautelosa, sim. Mas, ao contrário do que pensa o senso comum, Prudência não é morosidade, aliás, não admite perda de tempo. É rápida e certeira pois, o kairós (o tempo, do grego, no sentido de agir bem, no momento certo) é inerente à virtude da Prudência. “Nem antes nem depois”, como Odisseu (Ulisses) orienta a seu filho Telêmaco, na Odisséia Homérica.

Tendo examinado cuidadosa e cautelosamente a questão que se apresente, ao Prudente urge agir de imediato. Mas examina, delibera. Alertando para a importância do kairós adequado à acção justa, o Pensador francês Pierre Aubenque afirma: “Não há justiça, se a decisão é tardia. O momento, o tempo, que permite que a justiça ocorra, é determinado pela Prudência”.
A virtude da Prudência se estabelece em circunstâncias bem peculiares. O saber científico, das ciências, esse saber “lógico” pode dispensá-la. Sobre todos os nossos conhecimentos já certos, como o saber dos seres em si e por si, imutáveis e eternos, tais quais a aurora e o crepúsculo, as estações do ano, os ciclos lunares, os matemáticos e geométricos, o saber das Formas puras (Idéia platônica), da nossa mortalidade enfim, coisas já assentadas, não se pondera, não se escolhe, não há o que discutir, alterar, portanto, não se delibera.

Só deliberamos (e aí sim, podemos orientar nossa acção pela Prudência) sobre “tudo o que é obra do homem”, como diz Aristóteles, o que está sujeito à mudança.

É por isso que não há como se atribuir à ciência meramente lógica, um valor moral, ela não é meritória, é o que é. Atentem que um mal uso da Prudência (que não é da alçada das ciências exatas) seria uma contradição pois, ser prudente – agir bem – não comporta o insensato.

Eis que a Prudência é outro gênero de conhecimento, é um saber moral porque há mérito em possuí-lo. Ela não existiria sem virtude moral. Em Aristóteles é a cisão do próprio mundo real que possibilita uma cisão paralela no interior da razão, não somente no interior da alma cognitiva (e seus modos de apreensão, exame, intelecção, cognoscência), mas da vida prática, contingente. Contingente é essa vida que levamos: instável, incerta, mutável, sujeita a atenuantes e agravantes, ao exame das circunstâncias, em suma, à deliberação.

A contingência fomenta, funda e alimenta a virtude da Prudência, faz dela sua morada pois, é justamente porque vivermos num mundo contingente, ou seja, sujeitos ao trágico, ao inimaginável, ao infortúnio, é no solo do acaso e do incerto que emerge a “auriga virtutum”, a boa ação, a virtuosa, posto que bem pensada. Conforme atesta Aubenque: “é a indeterminação dos futuros que faz do homem princípio; o inacabamento do mundo é o nascimento do homem”.

A Prudência é considerada a virtude par excellence porque somente através de seu exercício é que o seres humanos podem refletir e escolher. Eis que a virtude da Prudência é a de um Saber da práxis, da ação com a qual os homens se acostumam e incorporam, se habitual e constituem sua moral.

Nossas escolhas habituais, baseadas na valoração – ou não – de nossos semelhantes, na consideração (do latim siderio, estrelas) pelo “Outro”, constituirá nossa moral, estabelecerá nosso ETHOS.

Ao revelar o ETHOS humano, a virtude da Prudência fundamenta sua incontestavelmente notória importância. Nosso planeta (habitat), como um todo, subordinado aos nossos hábitos (modus vivendi e modus operandi, passíveis de vir a ser constituídos por virtudes ou vícios) explicita nosso ETHOS.

O filósofo grego pré-socrático Heráclito é quem nos dá o mais antigo testemunho da palavra phronêsis (Prudência), ao alertar que, na multidão, cada um, ao invés de compreender o que é comum, “se deixa viver como se tivesse sua própria inteligência”. O que ele quer dizer, segundo Aubenque, é que os mortais participam, bem ou mal, de um lógos que os ultrapassa e a falta mais grave do homem é opor sua individualidade ao universal no qual se insere".

Se o melhor absoluto se revela impossível, dadas as circunstâncias, busquemos o melhor possível, nos ensina Aristóteles. Deus não delibera, não precisa; tampouco o animal detém poder para examinar suas possibilidades. Somente o homem é chamado à ação: “Torna-te o que és”, roga uma antiqüíssima inscrição no frontispício do oráculo de Apolo, na cidade grega de Delphos.

Segundo Aubenque, “A deliberação representa a via humana, ou seja, mediana, aquela de um homem que não é completamente sábio nem inteiramente ignorante [como o daimon intermediário que vimos no artigo anterior, O Banquete sobre o Amor, de Platão], num mundo que não é, nem totalmente previsível, nem totalmente imprevisível, o qual, no entanto, convém ordenar usando as mediações claudicantes que ele nos oferece”.

Como Aristóteles, sabemos que a deliberação, o exame, cujo conceito é emprestado da prática política, não basta para constituir a virtude, pois a deliberação não diz respeito ao fim, mas aos meios; em Aristóteles, a phronêsis torna-se Prudência, descola-se do “Ideal” platônico como télos (finalidade, propósito), não diz mais respeito ao Bem, mas ao útil. Eis que a deliberação enquanto tal, pode ser posta a serviço do mal, da desmedida, a hýbris grega.

Também no frontispício do Oráculo do deus da harmonia, se lê: “Conhece-te a ti mesmo!” E conhecerás o Universo? E saberás que és um deus? Ou... E constatarás que és mortal? Sejamos Prudentes.
(Luciene Félix)
Professora de Filosofia e Mitologia Greco-Romana




Saiba mais;
Aubenque, Pierre – A Prudência em Aristóteles – Trad. Marisa Lopes. São Paulo, SP. Discurso Editorial, 2003.
Lauand, Jean – Saber Decidir: a Virtude da Prudência. http://hottopos.com/notandum
Lauand, Jean – Filosofia, Linguagem, Arte e Educação. Coleção Humanidades – ESDC. Factash Editora, 2007.


8 de agosto de 2010

AQUI DESTE JARDIM





Aqui deste Jardim



É como o mistério que obra a tecedeira
que fio a fio tece e se deslumbra em mim
a esperança da flor florida da trepadeira
que brilha como sol neste canto de jardim....

Ouvem-se os cantares de lenda na aragem
e a voz do passado no adormecer da flauta
onde os prados ermos são como a folhagem
nos rios, deslizando em clave-de-sol pela pauta!

Mas o doce gesto que desperta e ascende
forma uma constelação de luz em prata
onde Vénus vai madrugando na suave idade....

Como o ouro na primavera púrpura já ardente
é doce badalada, que cintila no sabor do vento
que no infinito céu encanta um sol sorridente!...


(Elly)


4 de agosto de 2010

TOMAR CONSCIÊNCIA!

A vida passa..

Se pudéssemos ter consciência de quanto a nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades de felicidade, quer seja para nós como para os outros. No jardim, algumas flores são colhidas cedo demais, algumas mesmo em botões. Há sementes que nunca brotam, assim como há flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranquilas, vividas, se entregam ao vento.
Muitos de nós, cegos pela pressa, pela busca de duvidosos status e pelos tantos “compromissos” não sabem adivinhar a duração da beleza de todas as flores que foram plantadas em nosso redor, e como tal cuidamos mal. Descuidamos de nós e dos outros. Vivemos tristes e preocupados com coisas pequenas, muitas vezes amargurados. Nos afligimos demais com horários e perdemos tempo, jogamos fora horas e minutos preciosos. Perdemos dias, às vezes anos, quando não a vida toda. Fomos escravos de futilidades.
Na maioria das vezes, calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando era hora de contemplar o silêncio. Deixamos de dar o beijo, o abraço ou o aperto de mão que a nossa alma pede, porque algum orgulho pateta, ou um preconceito inócuo impede essa aproximação. Não declaramos o nosso afecto porque imaginamos que o outro conhece os nossos sentimentos.
Assim corre o tempo, passa a vida e nós continuamos os mesmos, fechados em nós, circunspectos, arrogantes, embrutecidos. Reclamamos aquilo que nos falta e deixamos de reconhecer e agradecer tudo o que possuímos, sempre achando que temos de menos. Por outro lado, estamos sempre a comparar a nossa vida, com a daqueles que julgamos serem mais felizes que nós. E se nos comparássemos com aqueles que têm menos?
Nesses pensamentos pequenos a vida passa. O tempo passa!
(Elly)
Passamos pela vida em geral esquecidos de viver. Apenas sobrevivemos. Justamente porque não sabemos fazer a coisa melhor... Não aprendemos a tirar da vida o que ela tem de melhor. Um dia acordamos, olhamos para trás e constatamos a inutilidade que foi ter tido uma mão cheia de nada, e outra de coisa nenhuma.
E perguntamos: E agora? Pode ser tarde demais. Hoje ainda se pode, quem sabe, reconstruir alguma coisa, dar um abraço, perdoar, pedir perdão, agradecer, dizer “eu te amo”.
O ser humano nunca é velho ou jovem demais para amar e ser amado, e assim encontrar um sentido para sua existência. O coração do afecto não tem idade. Não vamos perder tempo olhando para trás. Vamos viver o presente com olhos fitos no amanhã. Ainda há tempo de apreciar as flores, colocar os pés no riacho, assistir a um pôr-do-sol. Há tempo para nos voltarmos para a nossa consciência, e para os outros. A vida, ainda que passageira, está em nós.
Pior que perder a vida diante da morte é desaproveitá-la no decorrer da existência.
Vamos tomar consciência do valor da nossa existência!






Robert Happé nasceu em Amesterdão, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve - Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.

Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.

Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.

Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.

3 de agosto de 2010

SUGESTÃO DE LEITURA




A Arte da Meditação - Daniel Goleman

Sinopse:

Aprenda tranquilizar a mente, relaxar o corpo e desenvolver o poder de concentração ouvindo o CD com quatro tradicionais técnicas de meditação ensinadas por Daniel Goleman, autor de Inteligência Emocional.

"O principal objetivo da meditação é proporcionar ao corpo um repouso profundo, enquanto a mente se mantém alerta. Isto faz baixar a pressão sanguínea e diminuir o ritmo do coração, ajudando o corpo a se recuperar do stresse.

Talvez, o efeito mais importante da meditação seja a paz interior, um refúgio onde você pode escapar da turbulência do dia-a-dia. O hábito de meditar diariamente vai lhe ajudar a desligar-se do stresse e trará calma e energia para você enfrentar melhor os desafios que vêm pela frente.

Há vários tipos de meditação e você vai aprender quatro deles no CD que acompanha este livro. Experimente cada um durante algumas semanas até descobrir qual prefere. Escolha aquele ou aqueles com que você se sentir melhor e use-os cada vez que meditar."

Download do livro + áudio-aula em:

http://http//www.4shared.com/file/ylg_vdq0/CD_e_Livro_-_Daniel_Goleman_-_.html

'' AGRADECIMENTO ''

Podia escrever mil linhas, tecer milhares de comentários, mas o espaço é tão pouco para agradecer os vossos carinhos, que os mesmo que me levam a escrever aqui, vocês Amigos são a razão deste simples espaço existir.

Recebam o meu abraço de gratidão e amizade, embora para alguns já não seja virtual!


'' QUADRO DE HONRA ''


.
A amizade consegue ser tão complexa...
Deixa uns desanimados, outros bem felizes...
É a alimentação dos fracos
É o reino dos fortes

Faz-nos cometer erros
Os fracos deixam-se ir abaixo
Os fortes erguem sempre a cabeça
os assim assim assumem-os

Sem pensar conquistamos
O mundo geral
e construímos o nosso pequeno lugar
deixando brilhar cada estrelinha

Entrelinhas...
Doces, sensíveis, frias, ternurentas...
Mas sempre presentes em qualquer parte
Os donos da Amizade...

(Autor desconhecido)

Elly
.

FLOR DE MAIO

Flor de Maio

Sonhar como toda a flor de Maio
num jardim colorido de sol e vida
onde paira o cantar do doce gaio
numa janela aberta de aromas florida...

Como há brisa fresca e mimosa
o sol aquece os corações da gente
que guarda idílios cor- de- rosa
que desabrocha em luz docemente...

Miro-te à tarde como suave açucena
porque em minha alma o sol dormita
como pétala solta, que cintilla serena!

Embalo nesse sorriso de quimeras
porque os sonhos beijam já o sol poente
entre mãos estão, sagradas primaveras!...

(Elly)